sábado, 28 de novembro de 2015

A DR na D/s

É conversando que a gente se entende ?!
Contudo que a D/s funciona de forma bem simples , um manda e outro obedece , há também , os meios , os fins e tudo mais de uma relação que está em constante movimento .
Penso que a complexidade da D/s exige um diálogo constante afim da manutenção dos entendimentos .
Mas, se discutir a relação entre iguais , já não é uma tarefa simples , dentro das relações hierárquicas , então , a dificuldade pode ser imensa .
Não por falta de liberdade de expressão , por ter assuntos proibidos , não...assuntos relevantes , bem colocados , por mais espinhosos que sejam , são conversados livremente .
O básico é o básico , o de sempre é o de sempre , e não há muito mais a ser esclarecido .
É quando entram novas questões que os diálogos se fazem extremamente necessários .
O que ninguém merece são as conversas que caem no impasse , descambam pra DR e nada se resolve...Daí é stress , stress e stress .
A relação passa por várias fases , algumas bem difíceis...geralmente , é nessas que vêm os questionamentos , as incertezas e tudo mais de desafiador .


luah negra.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

A PALAVRA DO DONO - AUSÊNCIA

Antes que me chamem de doido ou um DOM querendo ser humilde por ter ordenado MINHA escrava a postar suas agruras , quero deixar claro que o intuito disso já foi alcançado.
É DEVER DE UM DOM alimentar sua escrava , não só com o BDSM mas com atenção , justificar e , mais ainda demonstrar as razões que valem a pena tanta entrega...

UM DOM SEMPRE é muito ocupado e COMIGO não é diferente . 
Houve um grande intervalo , criei uma lacuna com minha escrava e ,  com isso , tortura mental. Ainda era escrava ? Seria dispensada ? Qual erro cometeu ? Se não tem tempo pra mim , tem outra ? Porque não acaba logo com essa agonia ? Dúvidas naturais para quem não enxergava mais sua serventia .

A questão é mais simples que parece...
TENHO TOTAL CONTROLE SOBRE MINHA escrava , ao ponto de passar dias sem procurar saber como está e , como a vida é um eterno aprendizado , vi que é um erro , pois a sua utilização pode não ser 100% do habitual . É como um carro,se fica muito tempo sem uso ,o motor demorará a funcionar.

O porque de EXIGIR OS POSTS ? Mais simples ainda...FIZ ser notada , utilizada , ver que seu DONO se preocupa com sua saúde , assim seu intimo rejuvenesce e o sangue volta ao rosto , dando as respostas que tanto a angustiava...sim , ainda sou DELE ! Não serei dispensada de forma desprezível , e o ego dela é massageando ..mesmo ocupado , lembrou da minha serventia...se preocupou com minha saúde , mesmo que seja para servi-LO !

Pingos colocados nos is , escrava alimentada ...coleira ajustada...SIMPLES ASSIM !
Doido ? Humilde ? Perguntem para minha cadelinha !

DOM JH

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Do tempo e do espaço

Diz-se da escrava , que ela é isso e aquilo , de bom e até de ruim .
Tudo de bom , eu concordo que ela seja . Tudo de bom para o seu Dono e de bom para si mesma .
Ela não nasceu escrava , não foi forçada a tal posição . Ela tornou-se escrava por haver algo dentro de si buscando por isso e aos seus desejos , entregou-se de corpo e alma . Passou a não medir esforços para se tornar melhor naquilo que escolheu vivenciar .

Poucos são os homens com o privilégio de ter alguém que foi melhorada , moldada para ressaltar o desejado e eliminar ou suavizar o que o desagrada , alguém que desempenhe as suas funções desejadas por ele .
Até aonde sei , ter alguém que é leal , discreta , paciente , que pouco espera e nada exige , devotada, obediente, disposta a embarcar nas fantasias , que não invade a vida pessoal , seria a realização de muitos , sobretudo , de Dominantes .

A escrava não precisa de promessas para ser uma boa escrava , não precisa ouvir aquilo que , comumente , é dito às mulheres para conquistar ou mantê-las .
Já sabemos qual o nosso lugar e o nosso espaço...sabemos que não somos prioridade e não esperamos ser...sabemos que muito bem que a espera é a nossa grande companheira...sabemos que estamos à disposição e que apenas seremos solicitadas quando realmente desejarem .
O Dominante tem prerrogativas que o libera de justificar suas atitudes , de fazer rodeios ou usar de palavras doces para ter o que deseja da escrava .
Por não ultrapassamos as fronteiras desse entendimento , o uso de quaisquer desses artifícios , além desnecessário , ainda acabam por nos colocar , humilhantemente , no lado oposto ao que pertencemos .
A escrava entende que é objeto , que é animal , que é acessório...entende que é um corpo que orbita em torno de um astro , que é depósito de porra , tapete , que é o chão que Ele pisa , que é Sua adoradora , súdita...
Ela será apenas aquilo que Ele desejar , que pode ser alguma ou nada ser .
Mas , de tudo , o mais difícil é ser nada , de não se encaixar em nada , não ser trabalho nem lazer ,obrigação, problema nem solução , é a pior .
O nada não se encontra em lugar algum , não pertence a ninguém , nada faz , nada importa , simplesmente não existe .
Nada é o que não existe no espaço nem no tempo . Talvez exista numa outra dimensão , Universo paralelo , num ideal imaginado .

Sendo assim , qual a serventia , o uso ou o valor prático de ter uma escrava ao dispor ?
Acreditar que sim , seria desacreditar da submissão .
 Estar disponível e agir de acordo com o desejado , tende a tornar a escrava desinteressante , insossa ? No fim , o que era muito desejado , torna-se desnecessário ?

O lugar da escrava é aos pés o Dono e a função dela é servir .
Entendo que isso nem sempre pode acontecer . A vida é bem mais que isso .
Tantos sãos os problemas , as dificuldades de todos os tipos , tantos são os compromissos , afazeres, que o que não é prioridade tende a desaparecer em meio ao amontoado de afazeres do dia a dia .
O ritmo acelerado dos tempos atuais não nos permite fazer o tanto que gostaríamos .
Mas a ideia de tempo e espaço é  muito relativa...por menor que seja , ele existe para o que é necessário e que é desejado . Para o que é supérfluo , porém , há mil justificativas .
Os problemas não terminam , as dificuldades não cessam , as horas do dia aumentam...
Não dá pra esperar que acordaremos num belo dia e a vida tenha se tornado perfeita . Não .
Se não conseguimos encontrar tempo e espaço para encaixar e aproveitar as coisas boas que trazemos para nossa vida , mesmo em meio às dificuldades , então , nunca caberão novas alegrias , novos prazeres...caberá apenas o de sempre , nada mais .
O que não consegue ser encaixado , é supérfluo e tende a pairar até deixar de inexistir .

luah negra.

sábado, 21 de novembro de 2015

O MÉDICO E O MONSTRO

O MÉDICO E O MONSTRO
Introdução

Recebi a tarefa de escrever um texto , que imagino ser o  mais difícil que já escrevi para ELE !
E por que seria o mais difícil de todos ?
Porque é sobre mim enquanto DELE , é sobre a mente , corpo e o coração da escrava ...é sobre cada pensamento , entendimento e desentendimento dela...é sobre cada medo , cada dor , angústia , fuga , neura , bloqueio e tormento...é sobre cada canto oculto do meu eu escrava .
Desnudar-se dessa forma , publicamente , não é fácil pra ninguém !

Eu não precisaria expor tanto do que vem em mim , não fosse a dificuldade que tenho com as meias  palavras , meias verdadeiras , com os meios-termos...não fosse a minha dificuldade em parar depois que começo , seria tudo bem mais simples . Mas não . Se não for para ir até o fim, prefiro nem começar .
Meia dose de remédio não cura , meia dose de veneno não mata , elas apenas intoxicam . Sabemos .
Contudo que aprendi a engolir as palavras , ainda não aprendi a digeri-las como deveria .  E , assim , se elas não me sufocam , envenenam-me pouco a pouco .
Sendo assim , MEU DONO quer que eu tenha um tipo de desintoxicação .
As palavras DELE para mim foram , literalmente , essas : 'destile todo o seu veneno !' Me senti uma cobra ouvindo isso kkk .

A ideia é desabafar , expor aquelas questões espinhosas , que afetam as relações
Não sou uma cobra , não tenho veneno de ninguém pra destilar , não tenho revelações a fazer , nem verdades a contar...nada sei que o resto do mundo já não saiba .
Mas tenho , sim , questões que me angustiam , entendimentos um tanto indigestos sobre certas situações pelas quais a escrava passa . E são opiniões que , nem sempre , podem ser colocadas .
 MEU DONO me conhece , sabe as opiniões , sabe dos meus medos , angústias , falhas...ELE sabe como afetar para o bem ou para o mal .
Sádicos são meio que como o médico e o monstro , isso no sentido de que a mão que fere é a mesma que ajuda a curar a ferida . É nobre , digamos assim .
Então , esse desabafo faz parte do "tratamento" pelo qual estou passando .
Ando um tanto adoentada e o DR JH vem cuidando muito bem da paciente aqui , dando-me doses maravilhosas de atenção , carinho e liberdade de expressão .

Grata , MEU DONO , pelos cuidados nessa fase difícil .

luah negra.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Privações

O que é proibido ou que está fora de alcance , tende a tornar-se mais desejável . E o que permanece  muito acessível , tende a perder parte do atrativo
A submissão tem muito de privação/restrição , a começar pela da liberdade , sendo acompanhada de tantas outras  .
São privações de sentidos , restrições de movimentos , de orgasmos...controle disso e daquilo . E tudo muito bem-vindo , se sob medida , a escrava saboreia cada gota desse prazer , se lambuza em tudo isso .
Tudo tem uma medida , um ponto crucial . A privação vai do instigar ao desmotivar . Fazer-se próximo e sentir-se da mesma forma é a cereja desse bolo . 

Porque estar privado é estar inquieto...
Desejoso do cheiro...
Do toque...do olhar...
Do calor do corpo de um aquecendo o outro...
De ter na boca o sabor desse prazer .

O que é a luz senão o reflexo dos olhos teus?
O que é a treva senão a privação do teu olhar?
O que é a vida senão o pulsar de ti em meu coração?
O que é a morte senão a ausência de ti em minha vida?
(Fabricio Canalis)

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Sobre Disciplina

Texto gentilmente cedido por :
Sr MARTE


Quanto mais eu construo uma crença libertária compatível com minha sexualidade, mais severo me torno como Dono. Se todo desejo é uma perversão de um valor nobre, quanto mais liberto você é; mais perverso você será caso se permita.
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Nunca fui tão exigente em relação a disciplina como tenho sentido necessidade de ser. Comigo mesmo e em relação a qualquer pessoa com a qual venha a me relacionar. Isso é um sinal inegável de alguma espécie de procura fina, já não me servem as belezas indomadas, as que não se curvam. Eu só vejo riqueza no que posso investigar a meu modo. Decifrar e devorar. No que me é dado voluntariamente e com mansidão. Perdi o interesse em disputar palmo a palmo essas confianças; ou elas são dadas ou não são. No fundo é assim que funciona.
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Uma vez entendidos os limites de cada um não pode haver fricção acerca dos papéis; porque essas disputas destroem a beleza da cooperação todinha. Quem dá poder a seu Dono é você, no final das contas.
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As pessoas acham que pervertidos são caras que se excitam com qualquer coisa. Sacanagem com os pervertidos. Na verdade é o contrário, pervertidos precisam de estímulos tão específicos e incomuns para se excitarem que sua sexualidade é muito menos abrangente e muito mais profunda que a de pessoas médias. Portanto a maneira de nos atingir tem que ser profunda, não generalizante. E assim, de nossa parte, respondemos com profundidade. E as coisas funcionam.
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Disciplina tem a ver com a profundidade da entrega. Com o sentido do ato de ver-se disciplinada, psicológica ou físicamente, muito mais do que com o ato físico propriamente. A disciplina é a prova de submissão voluntária.
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A aceitação da violação se materializa na disciplina. E a disciplina é a oportunidade da submissa demonstrar uma série de coisas a seu Dono; profundas, sobre o tamanho da sua entrega.
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Se há aceitação emocional da figura violadora pra além da aceitação sexual; isso é como dizer eu te amo na literatura do Marquês de Sade. A beleza disso é única e só quem já viveu momentos assim sabe.
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Disciplina é muito mais que obediência. E muito melhor.


(Fonte : http://martesm.blogspot.com.br/2009/02/sobre-disciplina.html)

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Liturgias e ritos

Liturgias e ritos
Liturgias ou ritos são formalidades, procedimentos ritualísticos que são aplicados, efetuados, durante uma sessão ou playparty (reunião de amigos ou pessoas de confiança onde se realizam práticas de BDSM; esse conceito será melhor desenvolvido adiante). Existem os que separam a noção de liturgia do conceito de ritos.

Liturgia seriam os procedimentos formais exercidos numa playparty, na relação dos casais entre si e na relação com outros casais e particulares. Seriam mais normas sociais, coletivas, de convivência durante a play (abreviação de playparty). Exemplos: seria um regra litúrgica exigir que as subs da play chamem todos os TOP de Senhor ou Senhora ou que todas elas usassem a mesma cor de sutiã e calcinha.

Ritos seriam os procedimentos formais instituídos pelo TOP para sessões entre o casal ou para reger a convivência deles. Seriam regras íntimas, para o casal — e não para o grupo social. Exemplos: seria um rito que a submissa tivesse que se ajoelhar sempre no início da sessão e beijar os pés do dono, esperando as suas ordens; que ela sempre tivesse que se referir a ele através de uma expressão específica (Senhor, Lord, “dono de mim”, etc.); que sempre fosse amarrada na mesma posição no final da sessão; que nunca pudesse olhar diretamente nos olhos do TOP, sempre os mantendo baixos; que tivesse de ficar em silêncio durante a sessão, aguardando as ordens do dono, na última posição que ele a deixou; que sempre falasse baixo com ele; que sempre fosse vendada durante a sessão; que sempre fizesse determinadas coisas após determinados comandos, dentre vários outros ritos que vão das experiências, preferências e criatividade de cada TOP.

Origem: Wikipédia

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Prática de BDSM

BDSM
Prática de BDSM

BDSM é um acrônimo para Bandage e Disciplina, Dominação e Submissão, Sadismo e Masoquismo.
O BDSM tem o intuito de trazer prazer sexual através da troca erótica de poder, que pode ou não envolver dor, submissão, tortura psicológica, cócegas e outros meios. Por padrão, a prática é aplicada por um parceiro(a) em outro(a).

Muitas das práticas BDSM são consideradas, num contexto de neutralidade ou não sexual, não agradáveis, indesejadas, ou desvantajosas. Por exemplo, a dor, a prisão, a submissão e até mesmo as cócegas são, geralmente, infligidas nas pessoas contra sua vontade, provocando essas sensações desagradáveis. Contudo, no contexto BSDM, estas práticas são levadas a cabo com o consentimento mútuo entre os participantes, levando-os a desfrutarem em conjunto.

O conceito fundamental sobre o qual o BDSM se apóia é que as práticas devem ser SSC (Sãs, Seguras e Consensuais). Atividades de BDSM não envolvem necessariamente a penetração mas, de forma geral, o BDSM é uma atividade erótica e as sessões geralmente são permeadas de sexo. O limite pessoal de cada um não deve ser ultrapassado, assim, para o fim de parar a sessão/prática, é utilizada a Safeword, ou palavra de segurança, que é pré-estabelecida entre as partes.

A sigla BDSM
Na década de 90 pensou-se na sigla acima, como a junção dos termos: Bondage (amarração, imobilização) & Disciplina, Dominação & Submissão, Sadismo & Masoquismo. Seria uma expressão mais abrangente e que permitiria incluir os diversos grupos de praticantes dos fetiches incluídos na sigla.

Fetiches X BDSM, Diferenças e Similaridades
Fetiche é simplesmente tudo aquilo que não é parte de um ato específico, mas que é praticado simultaneamente com ele para uma experiência aprimorada e mais ao gosto do praticante. BDSM por si só é um grupo de fetiches, independente de ser considerado um estilo de vida ou somente um elemento adicional a um ato sexual ou erótico. Alguns praticantes de BDSM podem aderir também a fetiches que não fazem parte deste grupo, como por exemplo o voyerismo, a Podolatria, entre outros. Ou praticar somente o que lhes agrada de dentro da sigla BDSM. No entanto um praticante que adote exclusivamente um ou mais fetiches não descritos na sigla não é considerado pelos demais praticantes, um adepto das práticas/estilo de vida BDSM.

A visão da sociedade: perspectivas
Tem-se visto recentemente uma abertura em relação ao BDSM na sociedade, a imagem tem sido mais positiva por causa dos vários materiais de comunicação que vêm, aos poucos, de forma tímida, desmistificado o BDSM como perversão sexual; vários filmes, revistas, livros, artigos e até pesquisas científicas vieram nesse sentido, expondo a nossa cultura underground para as massas e tornando o meio e os praticantes mais populares; isso é um processo de abertura que começou com Sade e Masoch e continua até hoje.

Não obstante, o preconceito ainda é forte e muito demorará para que se possa falar abertamente sobre o tema com qualquer pessoa ou andar com uma camisa escrito: “sou sadomasoquista”. Deve-se apenas falar de nossas preferências para quem está preparado, ou seja, para quem também é BDSMer ou para quem, mesmo não sendo, é de confiança e tem a mente aberta, é livre-pensador ou ao menos não é preconceituoso ou discriminador nesse tema. Na dúvida, o melhor é ficar em silêncio e não contar nada, visto que não se sabe a reação que as pessoas podem ter em um assunto como esse, envolto em preconceito, ignorância e discriminação. Entretanto, as pessoas geralmente não gostam do diferente e o discriminam, então tomar precauções para que não sejamos “descobertos” é de bom tom, não revelando nossas preferências abertamente, no máximo usando algum símbolo característico do BDSM, como o triskele — que representa as três tríades: o B/D, o D/s e o SM; o SSC; e o TOP, bottom, switcher; algo que aqui no Brasil ainda é seguro, porquanto a população pouco sabe e muito menos ainda sobre o símbolo; o mesmo não vale, p. ex., para os estadunidenses, onde tal símbolo, segundo dizem, já é conhecido dos baunilhas, ocasionando preconceito o seu uso.

BDSM e Sexo Seguro

Os praticantes responsáveis e maduros do BDSM primam pela segurança nos relacionamentos, envolvendo ou não sexo penetrativo, especialmente quando as práticas envolvam uso de instrumentos que possam ferir a pele da pessoa submissa. Quando o relacionamento envolvendo sexo se dá de forma não-exclusiva, com múltiplos parceiros, é absolutamente essencial a utilização de proteção de barreira do tipo "camisinha", seja ela de qualquer modelo. Além disso, há procedimentos para limpeza e esterilização de instrumentos que sejam usados por mais de uma pessoa, evitando, dessa forma, possibilidade de propagação de doenças, sejam estasDSTs ou outras.

Símbolos

Bandeira Leather Pride, um símbolo da subcultura BDSM e Fetichista.
Emblema triskelion do BDSM.
O símbolo oficial da comunidade BDSM é uma derivação do triskelion. O Triskelion é a forma básica do emblema, com três "braços" curvados para fora do centro e fundindo-se com um círculo abrangente. O Triskelion é uma forma antiga, que teve muitos usos e muitos significados em muitas culturas.

O símbolo BDSM verdadeira deve atender aos seguintes três critérios: 1) Os aros e os raios são de um metal de cores, indicando neste caso ouro, ferro e prata. 2) Os aros e os raios são de largura uniforme com os braços girando em sentido horário. 3) Os campos internos são pretos. 4) Os buracos nos campos são verdadeiramente buracos e não pontos.

Os itens e estilos de BDSM e fetiche têm sido amplamente difundidos na vida cotidiana dos sociedades ocidentais por diferentes fatores, tais como moda de vanguarda, heavy metal​​, subcultura gótica, e séries de TV de ficção científica, e muitas vezes não são conscientemente conectados com suas raízes BDSM por muitas pessoas. Embora tenham sido confinados principalmente às subculturas Punk e BDSM na década de 1990, desde então têm se disseminado para partes mais amplas das sociedades ocidentais.

A bandeira do orgulho de couro é um símbolo para a subcultura de couro e também amplamente utilizado dentro de BDSM. Na Europa continental, o Anel de O é difundido entre os praticantes de BDSM. O Triskelion é comum em comunidades de língua inglesa.

Origem: Wikipédia

domingo, 8 de novembro de 2015

Submissão


Por tudo o que sou;
Por tudo o que fiz;
Por tudo que me faz Tua;
Por minha vergonha em ter prazer nisto;
Por meu orgulho em que assim Tu procedas quanto a mim;
Por reconhecer Tua marca em minha pele;
Por ansiar por Tua marca em minha alma;
Posto que é meu papel Te receber de todas as formas inclusive esta;
Disciplina-me.

Por tudo o que és;
Por tudo o que fizeste;
Por tudo que te faz Minha;
Por Meu orgulho em ter prazer nisto;
Por Minha vergonha em que assim tu procedas quanto a mim;
Por reconhecer Minha marca em tua pele;
Por ansiar por Minha marca em tua alma;
Posto que é Meu papel te receber de todas as formas inclusive esta;
Disciplino-te.

Texto gentilmente cedido pelo Sr MARTE .
http://martesm.blogspot.com.br/2008/11/disciplina-me.html

Vida